domingo, 11 de março de 2018

Caridade

Fala galera, Bad Fallen MIN na área!

Hoje eu quero falar sobre caridade!

Assim que eu comecei o meu primeiro estágio, comecei a ajudar uma mulher da minha cidade que cuidava de animais abandonados na rua.

Ainda na época do Orkut, era contava a história de Bentinho (ou Dentinho, não me lembro), um cão de rua que ainda muito novo foi espancado por crianças de rua (sim olha a ironia!) e ficou com uma deformidade no focinho.

Ela o achou na rua através de outras pessoas e o acolheu. O estrago foi tanto que tiveram que amputar parte do seu focinho. Após uma longa luta conta uma infecção, ele ficou curado.

Mutilado, porém cheio de vida, ela sabia que ninguém iria querer adotá-lo e ficou com ele. Claro que o gasto com veterinário foi às alturas.

Além dele, ela também cuidava de outros cães e gatos e pediu ajuda. Comovido, ajudei na época com R$10. Fiz o depósito no caixa automático da Caixa Econômica Federal (aka o pior banco do brasil).

Não sei se ela inventou aquela história, acredito que não. Pesquisei o máximo que dava naquela época sobre ela e resolvi acreditar.

Passou o tempo, o Orkut morreu e eu perdi o contato dela. Nunca a conheci pessoalmente. Uns tempos atrás a achei no Facebook, o Bentinho continua saudável, na medida do possível. Não a vi pedindo mais doações.

Por que contei essa história toda?


Porque eu quero ajudar alguma causa, seja com dinheiro ou financeiramente. Uma vez até me inscrevi para ser voluntário em um projeto que fazia feira de adoção de cães e gatos de rua na minha cidade, mas nunca recebi resposta.

Acho que eles ou eram muito bagunçados ou já tinha voluntários demais, sei lá. Depois de acabarem com a praça onde ocorria o evento, nunca mais os vi.

Procurei outros projetos de cuidados com animais aqui na minha cidade, mas não achei nada.

Sei que tem muitos projetos de cuidados com animais por aí, mas queria fazer algo mais local, mas próximo da minha realidade.

A única, digamos, "causa social" que eu apoio hoje é o canal do Mamãe Falei, através do site Apoia.se. Acredito que ele faz um trabalho importante de desmistificação da aura de santidade, amor e democracia da esquerda, mostrando desde o "chão de fábrica" das organizações progressistas, MST, MTST, CUT, etc, indo a protestos e vendo como a esquerda é "tolerante" e "democrática".

Desde que você concorde com eles, claro!

Falando nisso, o Artur, o dono dessa canal, o Artur do Val, está sendo processado pelo Marcelo Frouxo, eterno candidato derrotado da esquerda do Leblonquistão. Se preciso for, doarei mais um pouco para ajudar o Artur a se defender desse lixo, que teve a cara de pau de compará-lo a Joseph Goebbels, Ministro da Propaganda Nazista.

Mas meu intuito aqui não é falar de política.

Eu quero saber é o que vocês pensam sobre caridade ou sobre apoiar financeiramente uma causa.


Vocês apoiam alguma causa? Algum Youtuber, site ou podcast? 


Apoiam ou  conhecem alguém que faz um trabalho legal e precisa de ajuda financeira ou com divulgação?


Só se faz caridade quando ajudamos alguém pobre ou quando apoiamos uma causa que acreditamos também é caridade?


Conto com a participação de vocês nos comentários!

caridade


quinta-feira, 8 de março de 2018

"Elas contam como combatem o Patriarcado" ou "Lacrando com o Yahoo no Dia da Mulher"

Não costumo visitar nunca a página inicial do Yahoo, mas baixei um navegador novo que tem por default o Yahoo Brasil como página inicial e, infelizmente, acabo lendo a manchete sempre que abro esse navegador.

Pois bem, hoje não acreditei quando vi a manchete do dia: "Elas contam como combatem o Patriarcado". Já sabia que seria um festival de bostejação e lacração a dita matéria, mas ainda assim tomei coragem e a li. Pra que?

Matéria do Yahoo no Dia Internacional da Mulher de 2018
Lacração do Yahoo no Dia Internacional da Mulher

Trago aqui pra vocês os destaques dessa maravilha da Justiça Social Lacrante da nossa imprensa. Só não vou deixar link pra matéria porque não quero ajudá-los com links externos, mesmo que seja link no follow.
O mundo é hostil com as mulheres e os efeitos da desigualdade estão por toda parte – sobretudo no modo de pensar. Um estudo divulgado em fevereiro de 2017 pela renomada revista Science trouxe resultados alarmantes obtidos com crianças entre 5 e 7 anos.
“Uma pessoa no meu escritório é muito, mas muito inteligente – ela resolve problemas mais rápido e melhor do que qualquer outra pessoa”. Quando escutaram essa frase, meninas a partir de 6 anos apresentavam maior dificuldade em acreditar que esta pessoa brilhante pudesse ser uma mulher.
Em outro experimento, os pesquisadores notaram que as mesmas meninas não se achavam capazes de participar de brincadeiras descritas como “feitas para crianças realmente inteligentes”, preferindo sempre a segunda opção: “brincadeiras para crianças que realmente se esforçam para aprender”.
Soha Chabrawi, 35 anos, escapou dessa mentalidade graças à família de pesquisadoras. “Minha origem é egípcia, e lá as mulheres são muito estudiosas. Para você ter uma ideia, a minha vó fez faculdade na área da saúde, a minha mãe é bióloga, então eu sempre soube que queria algo na área da ciência”.
Claro, porque o mundo árabe é um verdadeiro exemplo de como tratar as mulheres. Vamos ver o que o Google tem a dizer sobre?

Como as mulheres são tratados no egito?


Toda a sua formação acadêmica foi acompanhada pelas filhas, já que ela engravidou enquanto fazia o mestrado. “Já fiz prova segurando uma no colo e com a outra sentada do meu lado porque o professor não quis conceder um horário alternativo e eu não tinha com quem deixá-las. Mas tudo bem, porque eu acabei tirando dez.”, conta.

Se o professor abrir uma exceção para a mãe em questão vai estar abrindo uma brecha para outras pessoas inventarem mil problemas e pedirem "horários alternativos" também. Os filhos são seus, da seu jeito. Se a história em questão foi verdade, meus parabéns pelo desempenho acadêmico. 

No trabalho, em casa, na vida política – o desafio de ser mulher é ainda maior na América Latina. Vivemos na região mais violenta do mundo para as mulheres, segundo a ONU, onde 38% dos casos de feminicídio são resultado de violência doméstica.
Esse argumento é um dos piores. A América Latina tem 42 das 50 cidades mais violentas do mundo. Só o Brasil tem 17. A região não é violenta só para mulheres, mas para praticamente qualquer ser vivo.

Clique aqui para ler a matéria da BBC.

cidades mais violentas do mundo


Meu pai batia na minha mãe. Uma vez, minha mãe estava estendendo roupa e meu pai foi pra cima dela, gritando: “Eu tô falando com você”. Não sei como ela arrumou força. Mas na hora em que ele se aproximou, ela virou e pegou ele primeiro, pelo pescoço. Encostou ele na parede e falou: “A partir de hoje, eu não apanho mais de você”.
Com certeza, aconteceu pra caralho isso sim, pode confiar!

Caso ela realmente tenha feito isso, depois apanhou ainda mais do marido abusivo. Ou alguém acredita que o marido ficou muito impressionado com a reação dela e passou a respeitá-la a partir daquele momento?

A mulher em questão ainda é líder de um "movimento" de sem teto. Na matéria diz que ela e mais várias famílias moram em um prédio invadido (embora não digam com essas palavras, claro) que foi comprado com o dinheiro da prefeitura de São Paulo.

Olha que legal, invando uma propriedade particular e ainda faço a Prefeitura usar o dinheiro do pagador de impostos para comprá-lo para mim. Legal, né?
Muitas vezes o casal não sabe muita coisa e fala “queremos parto normal”. Mas dependendo da equipe que está assistindo esse casal, a mulher não vai ter um parto normal. Muitos obstetras fazem o pré-natal e no final dizem “tem algum problema”, e a mulher acaba indo para cesárea.
Bom mesmo seria o médico, ou melhor, médicxs, pois sou desconstruído,  ver que tem alguma problema e ainda assim insistir com o parto normal.

O festival de lacração continua, chegando inclusive a chamarem uma "mulher trans" para dar o seu relato. Tenha santa paciência...

Eu vou encerrando por aqui. Se quiserem ler a "matéria" completa, acessem o site do Yahoo. 

sábado, 3 de março de 2018

Imaginando a IF do ex-blogueiro ROVER

Para os novatos na blogosfera, há muito, muito tempo atrás (nem tanto tempo assim na verdade, é só pra dar uma dramatizada) existia o blog Projeto Free Lifestyle, do agora Ex-Blogueiro Rover.

Junto do blog do Corey, do AdP, do UÓ, do Pobreta, do Troll, do Soul Surfer, dentre outros, o Rover era um dos blogueiros mais lidos da blogosfera de finanças brasileira.

Seus posts falavam muito sobre viagens, fotografias, livros, planos de imigração e detonavam bonobos brasiliensis, Social Justice Warriors, consumistas, socialistas, comunistas, globalistas, feministas e outros istas chatos. Não é difícil imaginar que ele atraia tantos fãs como haters.

Por volta de novembro de 2016, Rover anunciou que vendera a sua empresa, em São Paulo, tinha atingido a tão sonhada, perseguida, desejada e idolatrada Independência Financeira e que passaria mais alguns meses no Brasil resolvendo algumas pendências antes de decidir fugir desse "campo de concentração sem grades", como ele carinhosamente chamava o nosso Bananil.

Após apagar todos os seus posts, escrevera um último post de despedida, onde dizia que o seu destino seria os Estados Unidos caso o Donald Trump saísse vitorioso das eleições de 2016. Caso Fosse a Killary Hillary, ele iria estudar outras opções.

Como bem sabemos, Trumpão da massa venceu o pleito Yankee.

Trumpão da massa
Ta tudo certo Rover, SÓ VEM!
Então, imaginemos como estará o nosso amigo Rover, que supomos que está Livin' The Dream da Independência Financeira.

Blogueiro Rover metendo o pé do Brasil
Rover indo embora do Brasil
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Com seu estilo de viajante, Rover está constantemente com o pé na estrada. Já conheceu dezenas de cidades americanas, sempre com um carrão possante (alugado, claro) para aproveitar as excelentes estradas do Império do Mal Americano.

Apesar disso, fixou residência em San Antonio, Texas, a segunda maior cidade do Estado. Ele escolheu esta cidade por ser um local cosmopolita, que recebe bem imigrantes latinos (na verdade, foi formada em grande parte por estes), tem economia forte e é um local seguro, pois o porte de armas é liberado, ou seja, é um lugar onde os esquerdistas que tanto despreza não colocariam o pé. It's a perfect place for Rover.

texas guns

Como não pretendia casar, a sua namorada não aceitou deixar para trás seu emprego, família e o Brasil, e tiveram que terminar, o que deixou-lhe triste, porém seus objetivos sempre vieram à frente de seus relacionamentos, isso sempre foi muito claro em sua cabeça, e seguiu em frente.

A família de Rover ainda está no Brasil, mas pretende viajar para ficar 3 meses morando nos EUA para ir se adaptando. Rover acredita que com a sua empresa dando certo, ele conseguirá trazer a sua família para morar nos EUA e fugir de São Paulo.

Em seu pouco tempo na América (na verdade, neste mês fará um ano que ele vive o sonho da IF), Rover teve um caso com uma linda venezuelana que imigrou de seu país ainda durante o (des)governo Chavez. Ela trabalha como barista perto do apartamento que Rover aluga em San Antonio.

Bonita, inteligente e cheias de histórias (tristes) para contar de seu país natal, a conexão foi rápida e o sexo muito bom. No entanto, ela não podia largar o emprego e a família e Rover não podia largar seus sonhos. Foi bom enquanto durou. Pé na Estrada.

venezuelan women are beautiful
A namoradinha venezuelana do Rover era mais ou menos assim
Rover está sempre conhecendo pessoas novas, vivendo novas situações e praticando fotografia, e isso o deixa feliz. Certa vez, quando estava de passagem pelo interior do Texas, teve a oportunidade de ver uma roda de violões country. Achou lindo e se lamentou por não saber nenhuma daqueles músicas para tocar junto dos sertanejos texanos.

Rover está adorando viajar, mas sente a vontade de voltar a empreender. Assim, colocará mais alguns milhões na sua conta bancária, gerará empregos para americanos e imigrantes de diversas partes do mundo (menos de muçulmanos, pois tem medo que possam ser terroristas ou apoiadores da jihad) e poderá trazer a sua família (pai, mãe e irmãos) para morar em um país civilizado e desenvolvido, coisa que ele não acredita que o Brasil será, não pelo menos nos próximos 40, 50 anos.

Rover feliz da vida viajando
Rover feliz da vida viajando pelas estrada, ou melhor dizendo, tapetes do império do mal Ianque!
Rover está feliz, completo e pleno e, em breve, retornará a escreve em seu blog para contar aos Guerreiros da Independência Financeira como está sendo a vida pós-IF em um país decente.

Pretende lançar um livro sobre empreendedorismo pé-no-chão, uma maneira de ajudar outras pessoas a terem sucesso financeiro e poderem sair do Brasil, caso assim o queiram.

Essas serão as suas pequenas contribuições para um mundo melhor.

Por enquanto.

San Antonio Riverwalk Christimas 2017
San Antonio Riverwalk durante o natal de 2017, o primeiro natal do Rover nos EUA
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Aviso aos burros: Essa é uma obra de ficção, com intuito de entretenimento, em que (quase) nada condiz com a realidade. Não tenho contato com o Rover. Se você se sentiu ofendido com alguma coisa que eu escrevi, problema é seu. Freedom of Speech, bitches!