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quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Pare de ter a felicidade como meta

Ontem o colega Samurai Financeiro fez um ótimo post sobre ser feliz ao atingir a independência financeira. Gostei muito das reflexões dele e deixei o seguinte comentário em seu blog:

Ótimo post, Samurai!
Não me lembro exatamente aonde li ou ouvi isso (deve ter sido pesquisando sobre budismo), mas você falou bem: a feliciade é fugaz e, como uma droga, sempre vamos querer mais. Por isso, ao invés de buscarmos a felicidade, deveríamos buscar a PAZ interior.
Por coincidência, ontem iniciei a leitura do livro "O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota", do filósofo Olavo de Carvalho.

Confesso que nunca fui fã dele pois o acho extremamente arrogante e com um ar quase de maluco em seus vídeos. Mas lendo textos antigos dele parece outra pessoa. Mas não quero ficar falando dele aqui.

O que eu quero destacar é a seguinte citação do médico psiquiatra austríaco, Viktor Frankl, sobrevivente de um campo de concentração nazista, que está presente no livro.

"Enquanto fazemos da felicidade uma meta, não podemos alcançá-la. Quanto mais a almejamos, mais ela se distancia. Esse fato é mais evidente em casos de neurose sexual, pois são justamente aqueles homens que se esforçam por demonstrar a sua potência que vivem atormentados pela impotência.
Quanto mais uma mulher tenta demonstrar, pelo menos para si mesma, o quanto é capaz de sentir um orgasmo, mais propensa ela está à frigidez. Mas quando você não pensa em prazer ou satisfação, mas simplesmente se entrega, seja na vida sexual, seja no trabalho, seja no amor, quando não mais se preocupa em ser feliz ou bem-sucedido, então a felicidade se instala por si mesma". 

 Tem uns dois artigos só falando sobre o Viktor. Achei incrível a história de vida dele e de suas ideias sobre vocação e sentido da vida. Quero ler o livro dele onde ele se aprofunda nesses temas, chama-se "Em busca de um sentido".

em busca de um sentido vicktor frankl


Nunca tinha ouvido falar desse pensador, mesmo tendo feito curso superior na área de humanas. Mas Manuel Castells, Pierre Bourdieu, Eric Hobsbawn, Marilena Chauí, autores queridinhos da esquerda, esses li aos montes.

Mas não li nada de Thomas Sowell, Olavo de Carvalho, Mises, Roger Scruton ou Flavio Gordon. Não há choque de ideias, debates. Há apenas doutrinação. E quem fala que não há é porque nunca estudou em Universidade Federal.

No livro tem uma recomendação de um vídeo muito bom de uma entrevista dele que ainda não terminei de ver. Deixo abaixo para quem quiser assistir.



E aí pessoal, o que acham dessa idea de parar de ter a felicidade como meta?

PS: Apenas um comentário aleatório que ronda na minha cabeça há algum tempo, já repararam que em fotos antigas as pessoas raramente sorriam? 

Geralmente elas estavam sérias e bem-vestidas (comparado aos padrões de hoje), mesmo os mais pobres. Hoje em dia é quase obrigação sairmos sorrindo nas fotos. 

Alguém fala em tirar foto e você já sorri pra fazer a pose. O que será que gerou essa mudança de comportamente ao longo dos anos? 

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Atualização sobre o post de doações: a blogosfera de finanças pode fazer a diferença para Brasil?

Fala galera, blz?

Lembram-se do post sobre doações e caridade?

Então, resolvi esse mês fazer a doação. Escolhi duas instituições, uma foi a Suípa e a outra foi uma instituição da minha cidade que eu acabei lembrando-me que existia.

A Suípa achei muito burocrático para fazer a doação, o valor mínimo é de R$30 por causa do custo do boleto. Boleto caro esse, hein?

Esse valor mínimo me desanimou.

Já a instituição da minha cidade foi muito prático, eles disponibilizam várias contas para você depositar ou fazer transferência.

Como tinham conta no Banco do Brasil, fiz uma transferência de graça pra lá. Foi tudo rápido, em menos de 5 minutos doei R$10 a eles.

Essa instituição faz um trabalho bonito cuidando de crianças com famílias zoadas, onde os pais são drogados, moradores de rua, aidéticos, e por aí vai...

Uma pena, queria que a Suípa tivesse um sistema mais prático, eles até tem que dar um recibo de doação, não entendi pra que tanta burocracia.

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Falando em doações, vocês viram a notícia abaixo? Provavelmente não, pois a grande imprensa andou, cagou e defecou para ela.

Essa notícia mal e mal reverberou na imprensa gaúcha. Se não fosse pelo Canal do Mamãe Falei eu nunca ia ficar sabendo disso.


Empresários doam R$ 14 milhões para a segurança pública

https://gauchazh.clicrbs.com.br/seguranca/noticia/2018/03/empresarios-doam-r-14-milhoes-para-a-seguranca-publica-cje91jukp02zp01qxpviyaufs.html

Para quem quiser ver uma cobertura do evento, recomendo o vídeo abaixo.


Onde já se viu, empresários capitalistas malvadões fazendo o dever do Estado paternalista? Onde vamos parar?!?

O Instituto em questão é o Instituto Cultural Floresta.

Isso me deu uma ideia: e se, uma vez a cada bimestre, escolhermos uma instituição no Brasil para receber doações da blogosfera?

E por que bimestralmente? Um mês pra escolhermos e um mês para as doações serem feitas.

Me ofereço pra organizar essa ação.

O que vocês acham? Tirariam o escorpião do bolso para participar?

quinta-feira, 29 de março de 2018

[Ajuda] O que fazer para mudar a minha vida financeira no médio e longo prazo e alcançar a IF (ou ser FIRE)?

Bom dia, corredores da corrida dos roedores!

Creio que os senhores não sabem, mas tenho 31 anos de idade e sou casado. Atualmente trabalho com SEO - Search Engine Optimization e toda a minha carreira profissional foi na área de marketing digital.

Eu gosto do meu trabalho atual, porém gosto mais ainda de ganhar dinheiro.

Atualmente meus vencimentos são na casa de R$2100 bruto + VR + VA + Riocard. Como podem ver, não é lá grandes coisas para quem tem 31 anos. Minha sorte é que não tenho filhos, não pago aluguel e meus pais me ajudam todo mês pagando meu plano de saúde e me ajudando com as facadas do IPVA e Seguro do carro.

Vocês vão dizer pra eu arranjar uns bico, freelas, pra eu aumentar a minha renda. Eu tenho, mas num mês bom eu tiro, no máximo uns R$900. Mas meses assim são bem raros. Em média, fica em torno de R$350.

Tenho pensado diariamente no que fazer para melhorar a minha condição financeira, minha qualidade de vida e acelerar a minha IF. 

Pensei nas seguintes alternativas:


Tecnologia da Informação - Acabei de concluir um curso online de algoritmos, já fiz HTML e CSS (não lembro de quase nada deste) e estou iniciando um de PHP.

Não posso dizer que adoro essa área ou que sou um prodígio nela, mas vejo potencial financeiro.

O que complica é que não tenho experiência na área e nem pretendo fazer faculdade de novo.

SEO e Marketing Digital - Gosto da área, tenho experiência, sou chamado com certa frequência para processos seletivos, mas essa área paga muito mal.

Empreender nela nem pensar. Existem centenas de agências saindo no tapa pelos mesmos clientes.

SEO costumava pagar bem (funcionários mais antigos na minha empresa chegaram a ganhar em torno de R$4000-R$6000 mais benefícios), mas não sei se foi a crise ou problemas internos da empresa (que são muitos), fizeram o salário cair e muito.

Concursos Públicos - Esse é clichê. Teoricamente é o  mais simples, passou "ta garantido pro resto da vida".

Porém, já fiquei praticamente um ano inteiro estudando sério pra concurso e sequer bati na trave.

A competição ta insana e as provas de nível médio vem cada vez mais difíceis.

Na minha visão, não tenho como trabalhar e estudar ao mesmo tempo. Já tentei, mas chego em casa sem saco e cansando, começo a estudar e em 15 minutos do caindo de sono.

Pra me dedicar aos concursos, teria que pedir demissão e pedir ainda mais ajuda financeira aos meus pais. Levaria anos até eu passar.

Não é um cenário que me agrada.

Imigração - Imigrar pra Austrália me parece uma opção viável. O custo está dentro das minhas possibilidades e parece que emprego por lá é o que não falta, desde que você não seja muito seletivo e aceite trabalhar no pesado.

Os contras é que não há garantias que eu vá conseguir um sponsor pra eu tirar um visto pra morar lá em definitivo, é uma cultura diferente, longe da família e amigos. Pesado...

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Agora eu quero ouvir a opinião de vocês.

O que fariam se estivessem no meu lugar?


quinta-feira, 8 de março de 2018

"Elas contam como combatem o Patriarcado" ou "Lacrando com o Yahoo no Dia da Mulher"

Não costumo visitar nunca a página inicial do Yahoo, mas baixei um navegador novo que tem por default o Yahoo Brasil como página inicial e, infelizmente, acabo lendo a manchete sempre que abro esse navegador.

Pois bem, hoje não acreditei quando vi a manchete do dia: "Elas contam como combatem o Patriarcado". Já sabia que seria um festival de bostejação e lacração a dita matéria, mas ainda assim tomei coragem e a li. Pra que?

Matéria do Yahoo no Dia Internacional da Mulher de 2018
Lacração do Yahoo no Dia Internacional da Mulher

Trago aqui pra vocês os destaques dessa maravilha da Justiça Social Lacrante da nossa imprensa. Só não vou deixar link pra matéria porque não quero ajudá-los com links externos, mesmo que seja link no follow.
O mundo é hostil com as mulheres e os efeitos da desigualdade estão por toda parte – sobretudo no modo de pensar. Um estudo divulgado em fevereiro de 2017 pela renomada revista Science trouxe resultados alarmantes obtidos com crianças entre 5 e 7 anos.
“Uma pessoa no meu escritório é muito, mas muito inteligente – ela resolve problemas mais rápido e melhor do que qualquer outra pessoa”. Quando escutaram essa frase, meninas a partir de 6 anos apresentavam maior dificuldade em acreditar que esta pessoa brilhante pudesse ser uma mulher.
Em outro experimento, os pesquisadores notaram que as mesmas meninas não se achavam capazes de participar de brincadeiras descritas como “feitas para crianças realmente inteligentes”, preferindo sempre a segunda opção: “brincadeiras para crianças que realmente se esforçam para aprender”.
Soha Chabrawi, 35 anos, escapou dessa mentalidade graças à família de pesquisadoras. “Minha origem é egípcia, e lá as mulheres são muito estudiosas. Para você ter uma ideia, a minha vó fez faculdade na área da saúde, a minha mãe é bióloga, então eu sempre soube que queria algo na área da ciência”.
Claro, porque o mundo árabe é um verdadeiro exemplo de como tratar as mulheres. Vamos ver o que o Google tem a dizer sobre?

Como as mulheres são tratados no egito?


Toda a sua formação acadêmica foi acompanhada pelas filhas, já que ela engravidou enquanto fazia o mestrado. “Já fiz prova segurando uma no colo e com a outra sentada do meu lado porque o professor não quis conceder um horário alternativo e eu não tinha com quem deixá-las. Mas tudo bem, porque eu acabei tirando dez.”, conta.

Se o professor abrir uma exceção para a mãe em questão vai estar abrindo uma brecha para outras pessoas inventarem mil problemas e pedirem "horários alternativos" também. Os filhos são seus, da seu jeito. Se a história em questão foi verdade, meus parabéns pelo desempenho acadêmico. 

No trabalho, em casa, na vida política – o desafio de ser mulher é ainda maior na América Latina. Vivemos na região mais violenta do mundo para as mulheres, segundo a ONU, onde 38% dos casos de feminicídio são resultado de violência doméstica.
Esse argumento é um dos piores. A América Latina tem 42 das 50 cidades mais violentas do mundo. Só o Brasil tem 17. A região não é violenta só para mulheres, mas para praticamente qualquer ser vivo.

Clique aqui para ler a matéria da BBC.

cidades mais violentas do mundo


Meu pai batia na minha mãe. Uma vez, minha mãe estava estendendo roupa e meu pai foi pra cima dela, gritando: “Eu tô falando com você”. Não sei como ela arrumou força. Mas na hora em que ele se aproximou, ela virou e pegou ele primeiro, pelo pescoço. Encostou ele na parede e falou: “A partir de hoje, eu não apanho mais de você”.
Com certeza, aconteceu pra caralho isso sim, pode confiar!

Caso ela realmente tenha feito isso, depois apanhou ainda mais do marido abusivo. Ou alguém acredita que o marido ficou muito impressionado com a reação dela e passou a respeitá-la a partir daquele momento?

A mulher em questão ainda é líder de um "movimento" de sem teto. Na matéria diz que ela e mais várias famílias moram em um prédio invadido (embora não digam com essas palavras, claro) que foi comprado com o dinheiro da prefeitura de São Paulo.

Olha que legal, invando uma propriedade particular e ainda faço a Prefeitura usar o dinheiro do pagador de impostos para comprá-lo para mim. Legal, né?
Muitas vezes o casal não sabe muita coisa e fala “queremos parto normal”. Mas dependendo da equipe que está assistindo esse casal, a mulher não vai ter um parto normal. Muitos obstetras fazem o pré-natal e no final dizem “tem algum problema”, e a mulher acaba indo para cesárea.
Bom mesmo seria o médico, ou melhor, médicxs, pois sou desconstruído,  ver que tem alguma problema e ainda assim insistir com o parto normal.

O festival de lacração continua, chegando inclusive a chamarem uma "mulher trans" para dar o seu relato. Tenha santa paciência...

Eu vou encerrando por aqui. Se quiserem ler a "matéria" completa, acessem o site do Yahoo. 

sábado, 3 de março de 2018

Imaginando a IF do ex-blogueiro ROVER

Para os novatos na blogosfera, há muito, muito tempo atrás (nem tanto tempo assim na verdade, é só pra dar uma dramatizada) existia o blog Projeto Free Lifestyle, do agora Ex-Blogueiro Rover.

Junto do blog do Corey, do AdP, do UÓ, do Pobreta, do Troll, do Soul Surfer, dentre outros, o Rover era um dos blogueiros mais lidos da blogosfera de finanças brasileira.

Seus posts falavam muito sobre viagens, fotografias, livros, planos de imigração e detonavam bonobos brasiliensis, Social Justice Warriors, consumistas, socialistas, comunistas, globalistas, feministas e outros istas chatos. Não é difícil imaginar que ele atraia tantos fãs como haters.

Por volta de novembro de 2016, Rover anunciou que vendera a sua empresa, em São Paulo, tinha atingido a tão sonhada, perseguida, desejada e idolatrada Independência Financeira e que passaria mais alguns meses no Brasil resolvendo algumas pendências antes de decidir fugir desse "campo de concentração sem grades", como ele carinhosamente chamava o nosso Bananil.

Após apagar todos os seus posts, escrevera um último post de despedida, onde dizia que o seu destino seria os Estados Unidos caso o Donald Trump saísse vitorioso das eleições de 2016. Caso Fosse a Killary Hillary, ele iria estudar outras opções.

Como bem sabemos, Trumpão da massa venceu o pleito Yankee.

Trumpão da massa
Ta tudo certo Rover, SÓ VEM!
Então, imaginemos como estará o nosso amigo Rover, que supomos que está Livin' The Dream da Independência Financeira.

Blogueiro Rover metendo o pé do Brasil
Rover indo embora do Brasil
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Com seu estilo de viajante, Rover está constantemente com o pé na estrada. Já conheceu dezenas de cidades americanas, sempre com um carrão possante (alugado, claro) para aproveitar as excelentes estradas do Império do Mal Americano.

Apesar disso, fixou residência em San Antonio, Texas, a segunda maior cidade do Estado. Ele escolheu esta cidade por ser um local cosmopolita, que recebe bem imigrantes latinos (na verdade, foi formada em grande parte por estes), tem economia forte e é um local seguro, pois o porte de armas é liberado, ou seja, é um lugar onde os esquerdistas que tanto despreza não colocariam o pé. It's a perfect place for Rover.

texas guns

Como não pretendia casar, a sua namorada não aceitou deixar para trás seu emprego, família e o Brasil, e tiveram que terminar, o que deixou-lhe triste, porém seus objetivos sempre vieram à frente de seus relacionamentos, isso sempre foi muito claro em sua cabeça, e seguiu em frente.

A família de Rover ainda está no Brasil, mas pretende viajar para ficar 3 meses morando nos EUA para ir se adaptando. Rover acredita que com a sua empresa dando certo, ele conseguirá trazer a sua família para morar nos EUA e fugir de São Paulo.

Em seu pouco tempo na América (na verdade, neste mês fará um ano que ele vive o sonho da IF), Rover teve um caso com uma linda venezuelana que imigrou de seu país ainda durante o (des)governo Chavez. Ela trabalha como barista perto do apartamento que Rover aluga em San Antonio.

Bonita, inteligente e cheias de histórias (tristes) para contar de seu país natal, a conexão foi rápida e o sexo muito bom. No entanto, ela não podia largar o emprego e a família e Rover não podia largar seus sonhos. Foi bom enquanto durou. Pé na Estrada.

venezuelan women are beautiful
A namoradinha venezuelana do Rover era mais ou menos assim
Rover está sempre conhecendo pessoas novas, vivendo novas situações e praticando fotografia, e isso o deixa feliz. Certa vez, quando estava de passagem pelo interior do Texas, teve a oportunidade de ver uma roda de violões country. Achou lindo e se lamentou por não saber nenhuma daqueles músicas para tocar junto dos sertanejos texanos.

Rover está adorando viajar, mas sente a vontade de voltar a empreender. Assim, colocará mais alguns milhões na sua conta bancária, gerará empregos para americanos e imigrantes de diversas partes do mundo (menos de muçulmanos, pois tem medo que possam ser terroristas ou apoiadores da jihad) e poderá trazer a sua família (pai, mãe e irmãos) para morar em um país civilizado e desenvolvido, coisa que ele não acredita que o Brasil será, não pelo menos nos próximos 40, 50 anos.

Rover feliz da vida viajando
Rover feliz da vida viajando pelas estrada, ou melhor dizendo, tapetes do império do mal Ianque!
Rover está feliz, completo e pleno e, em breve, retornará a escreve em seu blog para contar aos Guerreiros da Independência Financeira como está sendo a vida pós-IF em um país decente.

Pretende lançar um livro sobre empreendedorismo pé-no-chão, uma maneira de ajudar outras pessoas a terem sucesso financeiro e poderem sair do Brasil, caso assim o queiram.

Essas serão as suas pequenas contribuições para um mundo melhor.

Por enquanto.

San Antonio Riverwalk Christimas 2017
San Antonio Riverwalk durante o natal de 2017, o primeiro natal do Rover nos EUA
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Aviso aos burros: Essa é uma obra de ficção, com intuito de entretenimento, em que (quase) nada condiz com a realidade. Não tenho contato com o Rover. Se você se sentiu ofendido com alguma coisa que eu escrevi, problema é seu. Freedom of Speech, bitches!

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

O Melhor que Podíamos Fazer | Por que ninguém citou o comunismo?

O Melhor que Podíamos Fazer - Resenha da HQ



SinopseEssa é uma história sobre a procura por um futuro melhor e saudosismo pelo passado. Abordando a angústia da imigração e os efeitos que ela tem sobre as pessoas, a autora e personagem, Thi Bui, documenta a difícil fuga de sua família após a vitória comunista no Vietnã do Sul, na década de 1970, e as dificuldades que enfrentaram para fugir do pesadelo vermelho e construir uma nova realidade. 'O melhor que podíamos fazer' traz à vida a jornada de uma filha em busca de compreensão sobre a história de sua família e de seu país e fornece inspiração a todos aqueles que anseiam por um futuro melhor enquanto recordam o passado de privações.

Essa HQ mostra bem o que o comunismo faz: chega com um discurso bonito onde se propõem a resolver algum problema existente e, em pouco tempo, se mostra muito pior do que aquilo que prometeu resolver.

Foi por causa da miséria e violência causadas por essa doutrina, que para alguns é praticamente uma religião, que a família de Thi Bui, a autora, teve que fugir do Vietnã.

Esta história em quadrinhos da pontos de vista interessantes sobre a história desse país, pontos um tanto fora da casinha, coisas que seu professor de história não vai contar pra você.

Mas não se engane pela minha resenha parcial e enviesada, o principal dessa HQ não é a política, mas as relações familiares, a reconstrução de seu passado e a dificuldade de se conectar com os seus pais e a sua própria história.

Para quem gostou de Maus e Persépolis, dois clássicos das HQ´s, é um prato cheio. A HQ autobiográfica de Thi Bui segue a mesma linha destas obras.

Além de serem histórias reais, todas as três tratam do sofrimento de famílias e de todo um país por conta de regimes totalitários, violentos e controladores.

o melhor que podíamos fazer
A história a respeito dessa foto é contada na HQ é muito interessante!

Curiosidades a cerca de 'O Melhor que Podíamos Fazer'


sábado, 2 de dezembro de 2017

Bitcoin virou assunto de mesa de bar - ALERTA!

Replico abaixo o comentário que fiz no último post do blog do AdP. Logo que comecei a estudar investimentos eu ouvi esse conselho, mas nunca tinha tido a oportunidade de observá-lo na prática. Vamos ver se ele dará certo ou se estarei perdendo uma boa oportunidade.

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Ontem saí com colegas do trabalho para ir em um bar e um dos principais assuntos foi Bitcoins! Eles estavam falando que iam começar a investir, que estavam procurando exchanges de bitcoin e tal. Nessa hora eu lembrei de um ditado que diz que se um determinado investimento começou a virar assunto de mesa de bar é porque é hora de cair fora dele ou não entrar no mesmo.

Fica o alerta!

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No meu caso, só não investi em BTC ainda por preguiça de estudar mais a fundo e também por conta de meu parco dinheiro pra investir mensalmente.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

A vida como ela é: o tio trouxa da padoca

tio da padoca
Imagem meramente ilustrativa
Pego emprestado esse nome de alguns outros amigos da blogosfera para contar uma caso real da minha família. Primeiro, um pouco de contextualização.

Meu avô materno tinha 5 filhos, sendo 4 homens e uma mulher, que no caso é minha mãe. Pois bem, ele ajudou todos os filhos, alguns mais, outros menos, mas ajudou todos. No caso em questão, estou falando de um dos meus tios. Além de fazer o meu avô pagar a faculdade de sua  então noiva, que depois terminou o noivado (pqp, onde eles tavam com a cabeça?!?), meu avô ainda deu a ele o dinheiro para começar um negócio próprio.

Primeiro, ele o outro irmão trabalhavam em uma oficina mecânica. Depois, esse meu tio, com o dinheiro do meu avô (não se se ele juntou dinheiro com a oficina) abriu uma padaria. Durante um bom tempo a padaria foi bem, a ponto de abrir uma segunda padaria em um bairro melhor, ficando com duas para administrar. Então, ele já tinha um filho e uma esposa, que não era a que o meu avô pagou a faculdade.

As coisas foram indo bem, comprou o ap que morava e ainda comprou uma segunda casa dentro de um condomínio. Meu tio nunca foi de estripulias financeiras aparentes, usava um carro velhaço 96, que foi roubado e depois recuperado intacto, e continuo usando o mesmo para tudo, até que comprou um Scenic usado para ter dois carros, mas nada absurdo.

Muito bem, eu achava que esse meu tio conhecia o conceito de independência financeira, pois o dinheiro entrava e eu não o via gastando com quase nada, pois seus imóveis já estavam quitados, os carros eram usados, inclusive comprou um Escort 88 do meu sogro, para o filho dele aprender a dirigir, e também um fusca caindo aos pedaços, para reformar. Achei estranho, mas cada um tem o seu hobby, né?

Daí pra frente as coisas começaram a ficar estranhas. O Gol 96 já estava deplorável e ele comprou um outro Gol mais novo usado, mas o Scenic ficava na garagem, pois o IPVA estava atrasado e sem manutenção. O Fusca comprado nunca foi buscado na casa do meu sogro. A padaria no bairro bom, que era """"""administrada""""" pelo irmão de sua mulher, foi ficando cada vez pior, com menos produtos à venda, fechando cedo...

Nesse meio tempo, meu tio sempre reclamava do trabalho que padaria dava: acordar às 04:30 da manhã, fazer pão, comprar estoque... deve ser cansativo mesmo. Mas enfim, quando ele decidiu vender a padaria no bairro bom, achei que ele ia embolsar um bom dinheiro e ainda se livrar do vagabundo do irmão da mulher dele.

Passado um tempo da venda, eis que vinha a bomba: meu tio estava correndo o risco de perder a casa dele!

Por que?

Porque a besta quadrada do meu tio deixava todas as finanças na mão da mulher dele, formada em administração (!!!), e ela simplesmente ficou anos sem pagar o condomínio!

(Rápido parênteses, esse meu tio é tão trouxa com dinheiro que o filho dele falou pra mim que, um dia, ele queria comprar uma câmera. Ele perguntou pra mulher dele se ele podia comprar (pqp!) e ela disse que não e fim de papo. Segundo o próprio filho dele, um jovem com menos de 20 anos e muito obeso desde sempre, o pai é um grande babaca!)

O que ela fez com o dinheiro?

Ninguém sabe! Mas suspeita-se que tenha dado tudo pro irmão construir a casa dele, mas ninguém sabe ao certo... ou sabem, e preferem não falar por vergonha! Depois que deu essa merda toda eu até vi esse meu tio umas 2x, mas a mulher dele nunca mais vi!

Agora a padaria que sobrou está um lixo, com poucos produtos, funcionários insatisfeitos, inclusive um primo meu trabalha lá, um baita dum vagabundo, metido a esperto, que desconfio que tenha dado um golpe em outro tio meu, empresário... mas isso é história para outro post.

RESUMO DA ÓPERA:

Hoje, meu tio ta passando a padaria que sobrou, fez cursos para trabalhar como peão, e está indo para o sul do país tentar um emprego lá nessa área.

Te pergunto, você acha que um cara obeso,  com seus 40 e tantos anos, que foi patrão a vida quase que toda, vai conseguir um emprego de peão? Duvido muito, mas torço que sim e que ele possa recomeçar e ter aprendido com os erros dele, o que eu duvido muito!

E o condomínio?

Sobrou pra minha avó pagar! Ela tem uma bola pensão deixada pelo meu avô. Todos os meses eu pago pra ela, pelo homebanking, R$746 de condomínio, num lugar bem mais ou menos e num condomínio que não oferece porra nenhuma! Além disso, ainda paga o plano de saúde do neto dela, filho desse meu tio, e mais uma penca de coisas dos outros filhos e netos. Ela ganha 8k e gasta 8k todo mês, se ganhasse 20k gastaria 20k todo mês!

Eu to muito longe da IF, mas fico feliz de não me meter nessas burradas familiares!!!

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Não estou tão mal assim (resposta ao post do Corey)

Caras, acabei de ler o último post do Corey, ainda estou lendo os comentários, e me deu vontade de escrever um post rapidinho.

Lendo os relatos de tanta gente ignorante em relação a dinheiro, percebo que não estou tão mal assim.

Ganho pouco (veja meu último post), mas graças a frugalidade moderada e uma boa dose de observação das burradas que os outros fazem, tenho um pouco mais de 40k investidos, um pouco mais de 4k na poupança, não tenho filhos, tenho carro barato e usado, celular com sei lá quantos anos de uso, to bem de saúde, minha família, depois de muito perrengue, está razoavelmente estável financeiramente (em relação ao meus pais isso).

Também tenho exemplos de cagadas financeiras homéricas na família. Um tio burraldo, que já ganhou muito dinheiro e hoje não tem um puto, e sei lá com o que ele gastou, pois só anda com roupa barata, carro velho e fudido e mora em lugar distante e barato, deixou o pagamento do condomínio nas mãos da mulher dele.

Sei lá o que ela fez com a grana que ficou quase um ano sem pagar condomínio. Cada boletinho que vem do condomínio é mais de R$700 todo mês (eu sei porque sou eu quem acessa o home banking para pagar) e a pica sobrou para a minha avó, pensionista do governo, mas que, graças a deus, recebe uma boa pensão deixada pelo meu avô, mas tem que ajudar os cinco filhos dela, alguns por necessidade mesmo, digamos que "deram azar", outros por burrice, outros por falta de humildade.

Enfim, como o Corey falou, ficar rico não é fácil, mas não ser pobre não é difícil. Pelo menos pobre eu to longe de ser. Já é algum alento.

domingo, 20 de agosto de 2017

Você se contentar com pouco significa que é uma pessoa madura ou fracassada? - Luiz Felipe Pondé

Como vai o final de semana, guerreiros do milhão?

O meu vem sendo de muito estudo, tanto para concursos públicos quanto para o trabalho novo.

Mas eu não quero falar sobre isso nesse post. O que eu quero é compartilhar com vocês um vídeo do filósofo Luiz Felipe Pondé.

Tem tudo a ver com frugalidade, felicidade e independência financeira, assuntos que são recorrentes na finansfera!


E você, se contenta com pouco?

O que é pouco? O que é pouco pra mim, pode não ser pouco para você e vice-versa.

Eu acredito (PURO ACHISMO) que há algumas décadas atrás, todos, tirando os super-ricos, se contentavam com "pouco". 

O desenvolvimento do marketing e da publicidade e o crescimento financeiro do Brasil, nos fez querer ainda mais.

Por um lado pode ser bom, pois nos fez ser mais ambiciosos, por outro lado foi ruim porque nos fez sermos mais ambiciosos... 

Não sei onde ouvi isso, deve ter sido na faculdade, que muito antigamente (acho que até o começo do século passado) não havia esse objetivo de ser buscar a felicidade e a realização profissional e emocional como ideais de vida. Tanto é que as pessoas não tiravam fotos sorrindo, mas sempre sérias, carrancudas.

Como diz aquela página do decreto de sexta no Facebook, o objetivo era "Concentre-se em não morrer. Cumpra-se!".

Tenho repensado alguns hábito meus. Eu já não era um cara de gastar e agora creio que vou gastar menos ainda. Corte muita coisa depois de ficar desempregado. 

Netflix e Spotify agora fico na aba do meu pai e irmão, custo zero. TV a cabo demorei muito, mas cancelei. Não sinto mais falta. Vendi muita coisa que não usava mais no Mercado Livre. 

Sair final de semana? Só se for aniversário de alguém ou se for pra ir na casa de um amigo gastando pouco. Fora isso, prefiro ficar em casa vendo série e filmes ou lendo.

O único "vício" que me permito ter são o de comprar quadrinhos e livros, mas perto de algumas pessoas que eu conheço, não passo nem perto de ser viciado. Me controlo bem, embora para quem não tenha o hábito da leitura possa parecer muito.

Se eu fosse resumir esse vídeo do Pondé em uma frase seria:

Não seja escravo dos seus próprios desejos.



quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Tudo ao mesmo tempo agora

Cara, não é possível... eu estava desde abril de 2016 desempregado e finalmente consegui um emprego no final do mês passado. Em dois dias pintou uma oportunidade de processo seletivo via Linkedin. Hoje, pouco mais de uma semana no novo emprego, aparece outra oportunidade, também via Linkedin, pra ganhar fucking 5 mil golpes em outra empresa! No meu ramo isso é uma fortuna, infelizmente.

Estou gostando muito e aprendendo bastante na empresa em que eu estou agora. Além disso, no início do mês que vem vou fazer um concurso para o qual me julgo muito bem preparado e, em outubro, mais um outro, da mesma área.

Por que essas oportunidades de emprego tinham que aparecer tudo junto, agora, ao mesmo tempo? Mas que caralhos eu faço?

Se eu aceitar uma dessas novas oportunidades eu vou ter que me mudar para poder ficar mais perto do trabalho. E, mesmo assim, vai dificultar os meus estudos.

O meu maior medo é aceitar um desses novos empregos e daqui a 6 meses ser demitido. Nisso tudo aí eu perderia o meu emprego atual, que paga pouco, mas é legal e relativamente perto da minha casa, fico sem tempo de estudar e me ferro nos concursos e ainda vou ficar com uma pica de aluguel na mão.

Agora me digam, onde estavam esses empregos todos há um mês atrás? Que caralhos eu faço?


quinta-feira, 4 de maio de 2017

Caindo na real: eu mandei mal

O manual do concurseiro alexandre meireles

Não sei quem foi que me disse aqui nos comentários para baixar o PDF de um ebook ou artigo chamado "O Manual do Concurseiro", do Alexandre Meireles. Eu procurei nos comentários do meu último post sobre concursos públicos, onde desabafo após tomar uma trolha na prova do TRF-2, mas não consegui identificar a boa alma que me indicou essa leitura.

Esse artigo tem dicas valiosas de quem já foi aprovada em concursos dificílimos para a receita federal, um dos mais difíceis. A leitura é excelente, prazerosa e me fez mudar algumas coisas na rotina de estudos.

Por exemplo, eu não fazia resumos. No máximo eu anotava algumas coisas no caderno, mas nunca olhava novamente. Agora estou fazendo resumos em folhas em branco, formato A4 (segundo a Alexandre, folhas em branco são melhores do que folhas pautadas, pois o cérebro assimila melhor a informação sem as linhas), guardando tudo em uma pasta para ficar mais fácil o acesso para fazer revisões. Também estou usando canetas de várias cores para escrever porque, segundo o mesmo, também facilita a memorização. Estou esquematizando tudo o que eu posso.

Depois de ler esse artigo, também resolvi procurar um vídeo com a correção da última prova do TRF. Eu fiquei chocado como a prova não foi tão ruim como eu imaginei que havia sido. Das seis questões que eu acreditava que deveriam ser anuladas, apenas duas, no máximo três forçando a barra, poderiam ser anuladas segundo os professores do curso o qual eu assisti à correção. Ou seja, apesar a CONSULPLAN ser uma banca ruim, a prova não foi tão podre quanto eu imaginei. Me deixei levar pelo choro pós-prova e pela minha revolta com o meu próprio desempenho.  



Avaliando a minha preparação para a prova do TRF-2, percebi que o curso o qual fiz o coaching (ou estudo dirigido, sei lá o nome certo), o Ponto dos Concursos, pecou em um ponto fundamental em que o Alexandre aborda no livro: a alocação de tempo. Eles deram a mesma ênfase tanto às matérias de sustentabilidade e acessibilidade que, juntas, somaram incríveis uma questão, quanto à Processo Civil, que teve 5 ou 6 questões, sendo que essa foi a primeira vez que estudei CPC, Processo Penal, Direito Penal, Tributário, Previdenciário. Não foi a toa que CPC e Dir. Penal foram as grandes responsáveis por jogarem a minha nota lá pra baixo.

Agora, estou contando quanto tempo estudo de cada matéria e dando mais ênfase às matérias com maior peso. Por exemplo, se em um dia eu estudo três horas, eu gasto uma hora com português (matéria básica para qualquer concurso) e duas horas com direito constitucional, que vale mais pontos.

No momento, estou estudando matérias básicas: Direito Administrativo, Constitucional, Informática e Português. Quero revisar essas matérias inteiras antes de me decidir por prestar o concurso do TRT ou TRE e começar a estudar as específicas.

Quero finalizar dando o meu muito obrigado para quem me indicou esse artigo do Alexandre Meireles (ele é facilmente encontrado para download). Ele me deixou mais calmo e me fez reorganizar de forma importante os meus estudos. Muito obrigado e me desculpe por ter esquecido o seu nome!

terça-feira, 18 de abril de 2017

Reprovado no concurso do TRF 2: mais uma trolha para a coleção

Estava eu estudando agora pouco quando me lembrei que saía hoje o resultado parcial do concurso do TRF 2. Eu achei que tinha feito 35 pontos, podendo chegar a bem mais que isso se anulassem as questões foram do edital.

Bom, ou eu errei minhas contas (muito provável, já que sou um asno em matemática) ou anularam uma questão da prova de conhecimentos básicos e uma da de específicas, o fato é que fiquei com 38 pontos. Teria até ficado feliz se essa nota tivesse ao menos me aprovado para ter a minha redação corrigida, mas nem isso. Fui reprovado.

Eu fiz literalmente centenas de exercícios de matérias que não caíram e várias questões que caíram não estavam no edital... Fiz um curso muito caro e super focado pra esse concurso (o curso do Ponto dos Concursos), foram meses de estudo, fiquei desempregado só pra estudar.

Nunca fui convocado em nenhum concurso, mas fazia muito, mas muito tempo em que eu não era reprovado em um concurso e logo nesse, que foi o que eu mais estudei na vida, fui reprovado.
Não sei como me preparar melhor do que isso.

Nesse exato momento estou cansado, morto depois de mais um dia de trabalho, trânsito, ônibus, ter que ir ao mercado... pra fechar, a porra do chuveiro queimou...

Da muita vontade de desistir, mas aí eu penso, vou fazer o que da vida então? Viver o resto da vida ganhando 2k e pouco e sonhando em ganhar uma aumentozinho de salário? Rezar pelo amor de deus pra não ser demitido na próxima crise ou quando o cliente trocar de agência?

Se eu tivesse colhões eu tentaria empreender alguma coisa. Mas como não tenho, só me resta juntar os cacos e continuar estudando. Ou me resignar com essa vida de merda mesmo, vivendo de favor em uma casinha emprestada dos sogros, sem a menor perspectiva de comprar ou sequer alugar um imóvel pra mim... meu carro foram os meus pais quem me deram, senão tava até hoje a pé ou andando na porra de um uno ou fiesta velho muito rodados, que é só o que eu poderia comprar.

Enfim, tem jeito não. Tem que continuar tentando, falam tanto nesse meio de concursos que tem que estudar até passar. Só me resta acreditar e continuar tentando ou morrer tentando. Se eu desistir é a mesma coisa que assinar a minha sentença de morte em relação a qualquer perspectiva de melhora no futuro e continuar parasitando sogros e meus pais.

E pensar que quando eu tinha uns 17 anos eu achava que com uns 26 eu já moraria no meu próprio imóvel, teria o meu carro... Ah, como eu queria dar uma surra no meu EU de 17 anos, eu diria a ele para não fazer porra de faculdade nenhuma e ficar estudando para concursos.


terça-feira, 11 de abril de 2017

Me chamaram para trabalhar, e agora?

linkedin logo
Obrigado, empresa multinacional capitalista malvadona que me ajudou a conseguir um emprego
Estava eu feliz e contente seguindo a minha rotina de estudos quando recebo uma mensagem pelo Linkedin de uma empresa na minha cidade, situada em uma área nobre, dizendo que eu tinha os requisitos para um determinado cargo e perguntando se eu estava interessado em participar do processo seletivo. Ressalto que eu não estava procurando emprego nenhum, apenas frilas. Mas nunca cheguei a entrar em contato com essa empresa e nem mesmo sabia da existência dessa vaga.

Eu já tinha ouvido falar dessa empresa, me parecia uma boa empresa, e devido a natureza do convite (um cargo com uma rotina bem diferente do que eu vinha trabalhando nos últimos anos + a localização da empresa), resolvi aceitar participar do processo. O que eu perderia além de um pouco de tempo?

Pois bem, fui na tal empresa. Ficava em uma casa pequena e bonitinha de frente à avenida da praia. O processo foi um dos melhores, senão o melhor do qual eu já participei: uma prova (prova mesmo!) no papel, discursiva, dentro de uma sala com ar-condicionado, ao mesmo tempo que o meu concorrente (achei isso meio tosco, mas dane-se, cada um que cuide dos seus próprios nervos). Depois, um bate-papo rápido de uns 10 minutos no máximo, onde falaram mais da própria empresa do que eu falei de mim. Não fizeram nenhuma pergunta idiota do tipo "Qual o seu maior defeito?" Ou "Por que devemos te contratar?".

Isso foi numa sexta-feira. Na segunda-feira seguinte (AKA ontem), me ligaram perguntando o que eu tinha achado do processo seletivo deles (What?!? Nunca me perguntaram isso!) e se eu estava interessado em fazer um frila presencial para eles a título de teste, para ver se eu vou me adaptar ao trabalho. Mesmo se eu não for efetivado, serei pago pelo frila (pelo menos foi o que eles disseram né...). Achei uma ideia excelente, tanto para eles, que vão me testar, quando para mim, que vou ver se gosto de trabalhar com eles sem precisar assinar a carteira antes. O teste começa amanhã e vai até a sexta-feira que vem.

Tudo muito bom, tudo muito bem, o que me incomoda é que sei que essa empresa NÃO vai me dar um bom salário que me permitirá, no futuro, alugar ou comprar um imóvel ou fazer viagens internacionais, duas coisas que eu almejo muito (principalmente me mudar).

Isso tudo aí eu espero conquistar passando em um concurso público da área jurídica. O meu tempo para estudar vai diminuir, mas tá foda viver de dinheiro que meus pais me dão pra me ajudar e de dinheiro acumulado na poupança. O dinheiro é contado para o mês, não posso mais ir ao cinema (coisa que adoro), nem sair final de semana com os amigos, nem comprar os meus quadrinhos (to lendo muito scan, coisa que não gosto muito).

Enfim, não se pode ter tudo, não é mesmo? Provavelmente vou ter que sair da academia para poder ter mais tempo para estudar após o trabalho. Uma pena também sair da academia, vou engordar tudo de novo.

Mas é como diz aquele (novo) ditado: No pain, no gain.

Vamos ver que bicho dá.

terça-feira, 28 de março de 2017

A polêmica da Amazon e os muros cinzas de São Paulo #kindleparaascrianças


Desde ontem, a Amazon Brasil começou a anunciar o seu leitor de livros digitais, o Kindle, através do Youtube. Para chamar a atenção das pessoas, resolveu, em sua campanha de marketing, projetar trechos de livros em muros da cidade de São Paulo. Até aí ok, ação bem bacana, se não fosse o fato do vídeo começar com uma pergunta com um tom quase de deboche: "Cobriram a cidade de cinza?"

A pergunta faz menção clara a atitude correta do Prefeito atual de São Paulo, João Dória, de apagar pichações e grafites ilegais espalhados pela cidade e apoiado em massa pela população. Dória nada fez além de seguir a lei.

Como a internet não perdoa, várias pessoas já acharam a sede da Amazon no Brasil e, VEJA SÓ VOCÊ, o prédio tem a fachada limpinha e cinza! Será que eles vão apreciar umas pichações e grafitis na fachada deles ou eles são hipócritas?

sede cinza da amazon no Brasil
Ei, Amazon, vamos tirar esse cinza feio da sua fachada, o que acha?
Como João Dória não é bobo, já respondeu à empresa e disse que, se ela gosta mesmo de São Paulo, que faça doações de livros para as bibliotecas e de computadores para as escolas municipais. Os internautas aumentaram o pedido criando a hashtag #kindleparaascrianças.

Eu, como cliente da Amazon desde antes dela chegar ao Brasil, fiquei indignado e mandei o seguinte email para a empresa:

Como cliente da Amazon, quero deixar claro o meu profundo descontentamento com a propaganda do Kindle.
É patético que uma empresa como a Amazon, que contribuiu na luta contra os preços abusivos de livros impressos e digitais, bem como dos leitores digitais, faça uma propaganda CONTRA a limpeza da cidade de São Paulo, apagando pichações e grafites ilegais. O atual prefeito nada fez além de cumprir a lei, coisa a qual estamos pouco acostumados aqui no Brasil.
Ah, eu sequer moro em São Paulo, mas acompanho com grande entusiamos a gestão do atual prefeito da cidade mais importante do Brasil.
Espero, sinceramente, depois da SAPATADA que vocês levaram como resposta do Prefeito, que vocês, no mínimo, façam doações de livros para as crianças da rede municipal da cidade. #kindleparaascrianças
Até o momento em que eu escrevo esse post, o vídeo postado no Youtube da Amazon tem 346 likes e 2.285 dislikes. Foi um tiro no pé da empresa?

A propaganda da discórdia:



Veja a resposta do Prefeito João Dória:


Repercussão nas redes sociais:




Alguns comentários do post acima:

amazon vs dória

quarta-feira, 22 de março de 2017

A nova realidade dos Concursos Públicos no Brasil


Quem leu o meu último post percebeu que ando em uma bad vide foda. A última prova de concurso público para a qual me dediquei meses a fio, a do TRF Região 2 foi um fiasco. Nem tanto por conta dos meus estudos, porque fiz o máximo possível, mas por causa da organizadora, a CONSULPLAN. Nada mais, nada menos, do que 10 questões com erros ou fora do edital, sendo que o edital era gigantesco e a prova tinha apenas 40 questões.

Marreco Tropa de elite 2
Quando me perguntam como eu fui na prova do TRF 2
Bem, ainda ando bem zoado da cabeça, enfiado dentro de casa a semana inteira e sem ter um puto no bolso pra nada. Eu, no alto dos meus 30 anos, formado e quase pós-graduado (larguei a pós depois de ser reprovado na última disciplina) estou tendo que pedir dinheiro aos meus pais pra poder pagar as minhas contas. Fracasso e humilhação definem.

Mas como não tem jeito, tenho que continuar estudando para concursos públicos. Só de pensar em voltar ao mercado de trabalho para ganhar 2k e ter que fazer entrevista e ficar um tempão preso no trânsito, passo mal. O jeito é me adaptar à nova realidade dos concursos públicos, especialmente no Rio de Janeiro.

A nova realidade dos concursos públicos




Que o Brasil passa por uma crise econômica, ou melhor, por uma crise de corrupção e incompetência administrativa, todo mundo já está careca de saber (a menos que você seja petista/psolista/comunista e afins que acreditam que a crise é culpa da extrema-direita, da CIA, da Globo, do FMI, dos EUA e da PQP), mas como isso afeta os concursos públicos?

Primeiro surgiu a falácia de que os concursos públicos iam acabar. Quem consegue juntar com cré sabe que isso é mentira, pois enquanto houver administração direta vai haver concursos públicos, mesmo que todas as empresas públicas e sociedades de economia mista sejam privatizadas (Banco do Brasil, Caixa Econômica, Petrobrás, Correios, Cedae, etc). O que pode ocorrer é a diminuição de vagas nesses órgãos, o que eu acredito até que seja salutar, pois já cansei de ler relatos de que uma pessoa que trabalhe direito no serviço público poderia fazer o serviço de três. Inclusive, já tive um amigo que levou uma chamada pois estava "trabalhando demais". Isso mesmo, meus amigos, "ta trabalhando muito, onde você pensa que está?".

Dito isto, os órgãos públicos do Brasil, especialmente do Rio de Janeiro, um dos estados mais quebrados financeiramente, estão cortando custos na hora de realizarem os seus concursos. Mas de que maneira, você me pergunta. Escolhendo bancas que prestam um serviço barato, como a própria Consulplan. São escolhidas através da modalidade pregão, que leva em conta apenas o preço do serviço e não a qualidade do mesmo. Aí já viu né, o barato sai caro, mas não para o Estado, mas para nós, concurseiros.

Como eu já relatei neste post, a Consulplan é uma banca que só tinha tradição de fazer concursos de prefeituras. As suas provas eram bem fáceis e com poucos candidatos. No entanto, pesquise sobre o atual concurso do TRF-2 e o concurso de TRE-MG 2015. Você verá vários relatos de concurseiros reclamando de falta de organização na hora da prova, despreparo dos fiscais, salas quentes sem ar-condicionado, nomes errados nas provas, questões com erro de digitação ou com conteúdo fora do edital, entre outros.

Além da Consulplan, acostume-se  com nomes como FUNECE, IBFC, QUADRIX, FUNCAB, FUMARC e AOCP (parece até o nome da empresa que criou o Robocop), entre outros pouco conhecidos. Existem grandes chances dessas bancas realizarem os concursos de órgãos visados, como os TRT's, TRE's, TRF's, TJ's e MPU, como já aconteceu nos exemplos citados do TRF 2 e TJ-MG.

O que eu faço para me preparar diante deste cenário?

Não há muitas opções. Eu vi um pessoal comentando que não faria mais concursos da Consulplan, tamanha a falta de respeito e incompetência desta banca. A opção é até atraente e eu cheguei a considerar fazer o mesmo. Mas pare e pense, você vai deixar de concorrer a uma vaga em um grande órgão público, como os Tribunais de Justiça, por exemplo, por causa da banca escolhida? Te garanto que um monte de gente vai tentar mesmo assim e, felizmente ou infelizmente, alguém vai ter que passar.

Ainda em relação a Consulplan, nem perca muito tempo fazendo exercícios dessa banca. Ela subiu muito o nível de dificuldade de suas provas a partir do TRF 2 e isso deve se repetir daqui para a frente, pelo menos quando ela realizar os certames de grandes órgãos. Estude por questões de bancas respeitadas, como a FCC, CESPE e FGV.

Já as outras bancas possuem um nível de dificuldade entre médio e avançado, variando conforme o cargo e o órgão em questão. Por exemplo, procure por questões de direito administrativo sobre a lei 8112/90 da banca FUNECE. Questões bem difíceis, não fica devendo em nada para a FCC, por exemplo. Ou seja, vale a pena resolver os exercícios dessas bancas para conhecer quais as matérias que eles mais cobram, se fazem pegadinhas, letra seca da lei, etc.

Resumindo



  • Não desista de fazer um concurso público porque a banca é ruim. Alguém vai ter que ser aprovado e por que não pode ser você?
  • Conheça a banca (com exceção da Consulplan), mas NUNCA deixe de estudar as questões de bancas tradicionais como FGV, FCC e CESPE;
  • Estude com o máximo de antecedência possível;
  • Tenha como objetivo de vida passar em um concurso público ou morrer tentando! Estamos no Brasil, não perca seu curto e precioso tempo de vida lutando contra o sistema, seja o sistema! Se não pode vencê-los, junte-se a eles.




quinta-feira, 9 de março de 2017

#HojeEuGostariaDe


Um post leve para relaxar depois da ressaca da prova desastrosa do TRF 2 feita pela banca Consulplan. Fala-se nos grupos de concursos públicos e nos cursos online em pedidos de anulação para 10 questões da prova (de um total de 40 + redação), sendo que a maioria dessas anulações foram por questões com matérias que estavam fora do edital.

O edital era gigante e um monte de coisa ficou de fora e a banca ainda tem a pachorra de colocar questões fora do edital... só de acessibilidade, que eram várias leis e decretos, não caiu NENHUMA questão e sustentabilidade apenas uma. Quem estudou o edital todo ou quase todo, como foi o meu caso, se ferrou. Ainda marquei questão errada na hora de passar as respostas pro caderno de respostas, marquei resposta certa na questão que era pra marcar a reposta errada... foi foda.

Mas não posso desistir porque não vejo nenhuma outra alternativa para mudar a minha vida financeira que não seja via concursos públicos. Já falei um pouco sobre a minha área de trabalho nesse post. Não me vejo empreendendo também.

Se for pra desistir de concursos, melhor me matar logo ou me sujeitar a viver ganhando 1800k pro resto da vida, ou melhor, até ninguém querer mais me dar emprego porque tem um monte de jovens mais bem preparados que eu aceitando ganhar muito menos (sim, hoje estou em uma vibe totalmente deprê).

Então, hoje vou aproveitar a hashtag #HojeEuGostariaDe que está bombando no Twitter para fazer um post besteirol e ver se arejo um pouco a cabeça.

hoje


#HojeEuGostariaDe

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

É possível ser colecionador e minimalista ao mesmo tempo?

Olá, corredores da corrida dos ratos!

Desde que eu comecei a me interessar um pouco mais sobre minimalismo através do blog do corey (que, por sua vez, me levou a outros blogs e sites), eu comecei a me perguntar se era possível ser minimalista e, ao mesmo tempo, ser um colecionador de quadrinhos, livros, miniaturas, estatuetas, etc, como é o meu caso.

Primeiro é importante dizer o que NÃO é o minimalismo, pelo menos da maneira como eu entendo: minimalismo não é você viver com pouco, de forma espartana ou viver igual um mendigo, minimalismo é você viver com o necessário, somente o necessário, o extraordinário é demais.  



Dito isto, comecei a perceber que eu tinha muitas coisas que eu já não gostava mais ou simplesmente não me importava mais. Estava aqui em casa só gastando espaço e empatando dinheiro. O que eu fiz?

Algumas coisas que tinham um valor monetário maior, como estatuetas e miniaturas, eu vendi no Mercado Livre. Teve uma que eu trouxe de fora que eu vendi até com lucro, pois tinha comprado quando o dólar estava lá pelos 2 e pouco.

Achei o máximo quando eu comprei. Enjoei e revendi com lucro.
Livros: troquei pelo sistema PLUS do Skoob e ganhei créditos para trocar por outros livros que eu ainda não tinha lido. Para quem não conhece o sistema, funciona mais ou menos assim: você cadastra o livro que você quer trocar e pede por ele um ou dois pontos. Uma outra pessoa vai solicitar o livro e te dar os pontos quando o livro chegar na casa dela, então você terá pontos para solicitar o livro de outra pessoa. Até hoje já enviei 21 livros pelo skoob e já recebi 16 17 (recebi mais um enquanto escrevia esse post).

Quadrinhos: também troquei pelo Skoob ou, se tinham um valor razoável, vendia pelo Mercado Livre. O registro módico para impressos ajuda a baratear o frete. Também doei, via grupos de Facebook, vários quadrinhos mensais que tem pouco valor de revenda e de colecionismo. Muitos mesmo, deve ter sido uns 100. A pessoa que recebia só precisava pagar o frete. Achei melhor fazer isso, apesar de ter me dado trabalho, do que ter doado a uma biblioteca que ia tratar os meus quadrinhos como lixo.

DVD's e Blu-rays: acreditem se quiser, ainda tem gente que coleciona isso. Algumas edições de colecionador eu vendi pelo Mercado Livre por um bom preço, outras eu praticamente doei, praticamente porque vendi a preços irrisórios, só cobrindo os gastos com frete e embalagem. Ainda assim, tenho uma quantidade considerável de DVD's e BD's. Talvez um dia eu me de ao trabalho de procurar alguém para doar.

Hoje em dia eu nem compro mais estatuetas e miniaturas. Fiquei só com algumas que eu gosto bastante. Livros eu praticamente não compro mais, pego de graça na internet. Quadrinhos ainda compro porque não gosto de lê-los na tela do PC, tablet, Kindle, acho chato, perde-se muito da arte e de segurar o quadrinho na mão e depois tê-lo lá na estante! Mas os que eu sei que eu não vou ler mais, eu troco pelo Skoob.

Update: Conversando com o Nerd Investidor nos comentários deste post, ele tocou em um assunto que eu esqueci de comentar, videogames! Já faz muito tempo que eu não compro NENHUMA mídia física de jogo. Compro tudo online na LIVE e no STEAM, pago mais barato e não acumulo nada comigo! Outros bônus: a mídia física não estraga e ninguém me pede jogo emprestado!

O que vocês acham? É contraditório colecionar coisas e tentar ser minimalista?


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Uma pequena pausa para entrar no Facebook e me arrepender

Essa eu preciso desabafar...

Estava eu estudando, já cansado mentalmente, e resolvi ler alguma bobagem para relaxar. Ora, qual é o antro de bobagens da internet? Facebook. E, contrariando o que eu disse no último post, lá vou eu para a rede do Zuckerberg.

Assim que eu entro, me deparo com um dos meus amigos compartilhando esse singelo post.

Fan page nordeste livre



Randolfe Rodrigues e Lindberg Farias

É f*da, viu? Tudo pra esses caras é resolvido com mais imposto! Como diria o Chaves do oito:

"só não são mais burros por falta de espaço!"

Qual será o efeito lógico disso?

Vai aumentar o preço da mensalidade de serviços como o Spotify, mais gente vai cancelar os serviços e mais gente vai baixar mp3 ilegalmente. E absolutamente NINGUÉM vai comprar mais cd's por causa disso! PUTAQUELOSPARIU!

No fim das contas, esse tipo de "ideia" só prejudica ainda mais a população e ajuda os políticos, que terão mais dinheiro para roubar.

Não ajuda as gravadoras e artistas, pois esses, sem têm ao menos dois neurônios, já estão ganhando dinheiro com Youtube e serviços de streaming, e nenhuma loja hoje em dia vive de vender CD's e DVD's (com exceção de uma loja em um grande shopping center da minha cidade, que eu desconfio que seja lavagem de dinheiro, porque não há outra explicação!).

Para arrematar, ainda perco tempo procurando notícias sobre essa jeguice, que eu não posso fazer nada a respeito (além de xingar muito no feice), e sigo perdendo tempo de estudo ou relaxamento.

E preparem-se: Ciro Gomes 2018 vem aí!

[/mimimi]

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Uma semana fora do grupo de amigos no WhatsApp

Olá, competidores da corrida dos ratos!

Faz um pouco mais de uma semana que saí do grupo de amigos no WhatsApp. O motivo que eu aleguei era que uma importante prova de concurso público, a qual eu vou prestar, estava chegando e eu precisava me concentrar nos estudos. Me despedi, jurei que voltava e saí do grupo.

Realmente o motivo era real, vou fazer a prova de um grande concurso mês que vem e queria perder menos tempo no WhatsApp. Passada a prova a minha intenção era voltar. ERA. Não pretendo voltar mais a esse grupo.

grupo de amigos whatsapp


Por que não, MIN?

Porque está melhor assim. Perco menos tempo com bobagens, o meu dia a dia fica mais leve. Exagero meu? Não. O meu grupo de amigos, dia sim, dia não, discutia política, religião, aborto, feminismo, fora a quantidade industrial de memes e vídeos compartilhados! São assuntos que me interessam, mas que estavam me fazendo mais bem do que mal devido a alta quantidade e frequência. Não dizem que a diferença entre o veneno e o remédio é a dosagem? Pois é...

Às vezes que ficava algumas horas offline, estudando ou cuidando da vida, e quando ligava a internet do celular eram 100, 200 mensagens. Já teve uma vez que pipocaram, de uma só vez, mais de 400 mensagens! E eu lia tudo! Não era saudável.

grupo de amigos whatsapp

Um pouco antes, também encerrei a minha conta no Twitter. Até gostava dessa rede social, mas perdia muito tempo nela e praticamente tudo que tem nela tem também no Facebook e no Instagram, então passei o facão nela.

Facebook é um negócio também que cada vez entro menos. Se não fossem por grupos e páginas sobre assuntos específicos no qual eu tenho interesse, tinha saído também. Descurti muitas páginas que eu seguia, especialmente ligadas à política ou ao mercado de comunicação. Do Instagram eu tenho gostado mais porque os assuntos são mais amenos, os comentários das postagens têm pouco destaque e eu uso como álbum de fotos, quase como um backup das minhas foto preferidas.

Tenho preferido passar o meu tempo online lendo blogs, que tem um conteúdo bem mais interessante, de vários assuntos. Inclusive, fiquem à vontade para me indicar algum blog que vocês gostam de ler aqui nos comentários.

Em tempo: todos eles ainda continuam meus amigos, só não desejo estar em constante discussão sobre "N" assuntos 24h por dia. Ainda continuo usando o WhatsApp normalmente, inclusive não saí do grupo de vídeos XXX, hehehe!